Milionários e sem nada: Prefeitos do Acre declaram R$ 11,37 milhões em bens, enquanto alguns afirmam não possuir patrimônio
- Redação 24Hrs
- 7 de jan.
- 2 min de leitura
No início de 2025, declarações de bens dos gestores municipais eleitos em 2024 no Acre revelaram um contraste significativo. Enquanto prefeitos de Acrelândia, Sena Madureira e Rio Branco somam fortunas milionárias, outros gestores afirmam não possuir patrimônio algum.

O prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP), lidera entre os milionários com R$ 2,6 milhões declarados. Ele é seguido por Olavinho Boiadeiro (Republicanos), de Acrelândia, com R$ 2,5 milhões, e Tião Bocalom (PL), de Rio Branco, com R$ 1,05 milhão. Entre os vice-prefeitos, Alysson Bestene (PP), de Rio Branco, declarou R$ 3,13 milhões, enquanto Graia (União), de Acrelândia, registrou R$ 2,09 milhões.
Por outro lado, os prefeitos de Bujari, Feijó, Plácido de Castro e Tarauacá, assim como os vice-prefeitos de Cruzeiro do Sul, Epitaciolândia, Manoel Urbano, Porto Acre, Porto Walter, Santa Rosa do Purus e Senador Guiomard, afirmaram não possuir nenhum bem.
Destaques por Cidade:
Sem bens declarados: Prefeitos de Bujari, Feijó, Plácido de Castro e Tarauacá; vices de Cruzeiro do Sul, Epitaciolândia, Manoel Urbano, Porto Acre, Porto Walter, Santa Rosa do Purus e Senador Guiomard.
Com patrimônios milionários: Prefeitos de Sena Madureira (R$ 2,6 milhões), Acrelândia (R$ 2,5 milhões) e Rio Branco (R$ 1,05 milhão); vices de Rio Branco (R$ 3,13 milhões) e Acrelândia (R$ 2,09 milhões).
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) realiza a análise detalhada das declarações de bens apresentadas pelos prefeitos e vice-prefeitos eleitos, conforme exigido pela legislação eleitoral. O objetivo é garantir a transparência e a conformidade com as normas que regulam o patrimônio dos gestores públicos.
Quando prefeitos e vice-prefeitos não informam bens em suas declarações, como ocorreu com os gestores de Bujari, Feijó, Plácido de Castro e Tarauacá, o TSE tem a responsabilidade de investigar as circunstâncias dessa omissão.
A legislação eleitoral determina que, caso haja omissão ou erro nas informações fornecidas, os responsáveis podem ser chamados para justificar a ausência dos registros ou até mesmo enfrentar penalidades, que podem incluir a perda do mandato ou a inelegibilidade.
Além disso, o TSE monitora eventuais inconsistências ou contradições nas declarações, buscando garantir que as informações prestadas sejam corretas e completas. O Tribunal também pode atuar em parceria com outros órgãos de fiscalização, como o Ministério Público, para investigar eventuais irregularidades ou indícios de fraude.
O TSE esta de olho.
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