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🚨 Golpes virtuais disparam no Brasil e desafiam até os mais jovens: ninguém está seguro!

Estudo revela que jovens são as principais vítimas de crimes cibernéticos, superando até os idosos. Perigos vão desde promessas de emprego falso até fraudes bancárias com uso de inteligência artificial.



A internet, que revolucionou a forma de viver, trabalhar e se relacionar, também se tornou um território fértil para criminosos. E ao contrário do que muitos pensam, os mais afetados pelos golpes virtuais não são os idosos — são os jovens.

Segundo uma ampla pesquisa realizada pelo DataSenado, 27% das vítimas de crimes cibernéticos têm entre 16 e 29 anos. Já os brasileiros com mais de 60 anos representam 16% das vítimas. A explicação está no comportamento digital de cada geração.



“Os resultados não evidenciam que os idosos sofrem mais golpes”, explica Marcos Ruben de Oliveira, coordenador do DataSenado. A diferença está no tipo de golpe: enquanto os mais velhos são alvos de fraudes tradicionais, como clonagem de cartão e falsas centrais de atendimento, os jovens caem em promessas de emprego fácil, pirâmides financeiras e promoções falsas na internet.

A exposição constante é um dos fatores que mais contribuem para esse cenário. De acordo com o Cetic, vinculado à Unesco, 99% dos jovens entre 16 e 24 anos acessam a internet diariamente, enquanto entre os idosos o índice é de 88%.

O Brasil vive uma verdadeira epidemia de crimes cibernéticos. De 2022 para 2023, os casos de estelionato digital aumentaram 13,6%, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Já os roubos físicos a bancos caíram quase 30% no mesmo período. O crime migrou do mundo real para o digital.


🚨 Golpes a qualquer hora, em qualquer lugar

Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, a cada hora no Brasil:

  • 4,6 mil pessoas sofrem tentativas de golpes financeiros;

  • 2,5 mil compram produtos que nunca chegam;

  • 1,6 mil têm o celular roubado ou furtado.

“Num país com mais celulares do que habitantes, todos somos alvos em potencial”, alerta o senador Jorge Kajuru (PSB-GO).


🛡️ O Senado reage

Diante do crescimento desenfreado desses crimes, o Senado criou a Frente Parlamentar de Apoio à Cibersegurança e à Defesa Cibernética, presidida pelo senador Esperidião Amin (PP-SC). A frente vai propor ações de combate, conscientização e inovação tecnológica para proteger a população.

Além disso, mais de 100 projetos de lei tramitam na Comissão de Comunicação e Direito Digital (CCDD) do Senado. Um deles, do senador Carlos Viana (PL-MG), cria o crime de sequestro de dados informáticos. Outro, da senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), endurece penas para crimes digitais contra parlamentares e figuras públicas.



📲 Golpes modernos, armadilhas sofisticadas

O uso da inteligência artificial tem elevado o nível de sofisticação dos golpes. Clonagens de voz, deepfakes e sites falsos com aparência idêntica aos originais confundem até os mais atentos.

Rodrigo Fragola, especialista em segurança digital, alerta para a distração como um dos principais aliados dos golpistas. “Estamos fazendo tudo ao mesmo tempo, e aí não percebemos detalhes que revelam a fraude.”


🔐 Dicas para se proteger:

  • Use senhas diferentes e fortes para cada conta

  • Habilite a autenticação em dois fatores

  • Desconfie de links e ofertas recebidas por e-mail ou mensagem

  • Evite redes Wi-Fi públicas

  • Faça backups regulares de seus dados

Se cair em um golpe, a recomendação é agir rápido. Notifique imediatamente a instituição financeira e registre boletim de ocorrência. Quanto antes for feito o contato, maior a chance de reaver o valor.


💰 Perdas bilionárias

Só em 2024, as violações de dados já causaram prejuízos de R$ 2,3 trilhões no Brasil. Em 2022, foram mais de 103 bilhões de tentativas de ataque cibernético.

A América Latina lidera o ranking das regiões com mais dificuldade em lidar com crimes virtuais, e o Brasil está no topo das estatísticas de vítimas.


A mensagem final é clara: nenhuma idade, classe ou grupo está imune. Cibersegurança é responsabilidade de todos. E a atenção, hoje, vale mais do que qualquer senha.



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